À cada país no qual se sedia a Copa do Mundo, se é assinalada uma questão política de abrangência Mundial a qual aquele específico país está enfrentando cujas resoluções naquele momento de sua história.
Na Copa do Brasil, a missão a qual falhamos em explicar fora a utilização de GIPS http://tarafatosefilosofia.blogspot.com.br/2017/12/it-goes-accordingly-for-some-children.html & https://tarafatosefilosofia.blogspot.com.br/2018/02/post-code-time-zone.html de forma legalizada por nossa nação.
Agora, na Rússia, permita-me especular a questão política a ser explicada - quiçá, a influência do Inconsciente Coletivo em sua população, que é um país Comunista e fechado para influências culturais. Por exemplo - os "cartolas" que inspiram os jogadores de futebol estarão presentes mesmo à distância, uma vez que eles trabalham à partir da manipulação de impulsos de ondas de rádio/tv/internet que são transmitidas pelo mundo através de satélites. Será que essa Copa da Rússia será uma Copa sem a influência dos "torcedores via satélite", aqueles que assistem aos jogos de seus países pela tv e de certa forma influenciam o placar ao torcer> http://tarafatosefilosofia.blogspot.com.br/2017/11/telepathycollective-uncounscious.html
(Isso para justificar a final da Copa do Brasil, cujo o qual não fora transmitida nacionalmente mas sim réplica)
Há também a possibilidade de que a questão política assinalada à Copa da Rússia seja a atualização do idioma mundialmente unificado - o Esperanto - dando margem de nivelamento igualitário para participação da Korea do Norte que tem fortes estudos linguísticos em sua cultura (danças típicas com base na sincronicidade do grupo - comunicação instantânea por códigos linguísticos -, traduções jornalísticas simultâneas com versões adaptadas para o regime em versões coreana e mixadas em outros idiomas (leia-se "mixada" como Spanglish e outros)
Att,
Thais
Este blog é para pessoas que não alimentam preconceito quanto à informação e que se interessam por rumores urbanos. A vida na cidade mexe com a mente e com os conceitos. Não dá para se enlatar em um prognóstico de pensamentos pré-determinados. NÃO ACREDITO EM REVOLTA, MAS ACREDITO EM REVOLUÇÃO. Eu acredito em cooperação com as organizações, órgãos públicos e dirigentes, para que através de políticas de importação e exportação todos no mundo possam usufruir de recursos materiais
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